sábado, 25 de outubro de 2008

Cada doido com sua mania

Eu não sei vocês, mas acho que tenho sérios problemas. Psicológicos – que normalmente invento -, de percepção, atenção, entre outros, digamos, distúrbios. Tenho o terrível problema de achar que conheço as pessoas, e quando chego perto vejo seres humanos totalmente diferentes daqueles em quem eu estava pensando – tudo isso potencializado pela minha miopia, claro. Mas não é só isso. Normalmente quando penso em uma pessoa, qualquer que seja, fico tentando imaginar encontrá-la naquele momento. Sempre tive a terrível mania de ler a última frase dos livros, mesmo que eu não os leia. Filmes? Se for um dos meus preferidos, passo o filme INTEIRO repetindo as frases com os personagens! ADORO muita coisa, mas não tenho uma, em especial, mais adorada. Se possível, e quando estou gostando muito de escrever, sempre coloco muitos comentários, como se fosse uma conversa. Já perceberam, não é? E me sinto mal quando faço monólogos, portanto comentem.Tenho vícios de palavras em meus textos, principalmente os jornalísticos. “Sobretudo” é a minha preferida. Ah, adoro refletir nas coisas que deram certo e não dariam se não fossem do jeito que foi. Entenderam? É estranho, mas vou tentar explicar. Essa semana, eu passei com um branco de IDÉIAS na cabeça. Comigo sempre é assim: ou é oito ou oitenta. Ou tenho milhões de idéias ao mesmo tempo, ou não tenho nenhuma. Até troquei de dia com a Carlinha. Fato é que estava impossível a minha cabeça. Porém, hoje, com uma besteira consegui passar da base ao ápice da minha imaginação. E junto com a linda imaginação, veio a felicidade. Pensei: se eu tivesse ido à casa da minha amiga e não estivesse indo pra casa – emburrada porque andei 157541 Km – não teria tido idéias, ficaria mal e não escreveria texto nenhum para o blog. É, durante a semana eu fico tentando perceber as pequenas coisas para tentar escrevê-las aqui. Espero que estejam gostando. E, claro, de escritor e louco, cada um tem um pouco.
- Fernanda Bittencourt

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