Quinta-feira, dez horas da manhã: aula de Ética e Legislação. Em meio à apresentação de um trabalho de um grupo surgiu uma discussão: algo em torno do que é possível fazer para mudar a realidade em que vivemos. Realidade esta marcada por desigualdades, onde uns têm mais que outros; outros não têm o que comer; alguns desfrutam de luxo e conforto; muitos se quer sabem como se proteger do frio; planos para o futuro; falta de esperanças; em fim, uns com muito e poucos com quase nada.
A questão proposta ficou na minha cabeça, rodeando e rodeando na expectativa de que eu pudesse encontrar uma resposta a altura. Pode até parecer falta de criatividade, mas o que veio a tona no primeiro momento foi o fato de que mudar a realidade só depende de mim. Digo isso, porque se trata da consciência individual, do conhecimento de si mesmo e do querer próprio. Por exemplo, participar de um grupo voluntário que visita crianças em hospitais, proporcionando a elas momentos de alegria, é uma ótima ação. Mas esse gesto tem que partir da própria pessoa. Não adianta realizá-lo por obrigação, pois se tornando chato e perde seu real sentido.
Pensando por esse lado, as possibilidades do que fazer aumentam. Ações simples como: não desperdiçar comida; separar o lixo; doar objetos que não têm mais utilidade, mas que para outros podem ter; contribuem para um mundo melhor. Acredito, entretanto, que mais do que isso, ser generoso, aprender a dividir, ser menos ganancioso, menos individualista, ser mais simpático com as pessoas, ser humilde, saber ouvir, dar mais atenção a quem está ao seu lado e respeitar o próximo é uma tentativa de ver de outra forma a realidade e quem sabe, a partir daí, transformá-la.
A questão proposta ficou na minha cabeça, rodeando e rodeando na expectativa de que eu pudesse encontrar uma resposta a altura. Pode até parecer falta de criatividade, mas o que veio a tona no primeiro momento foi o fato de que mudar a realidade só depende de mim. Digo isso, porque se trata da consciência individual, do conhecimento de si mesmo e do querer próprio. Por exemplo, participar de um grupo voluntário que visita crianças em hospitais, proporcionando a elas momentos de alegria, é uma ótima ação. Mas esse gesto tem que partir da própria pessoa. Não adianta realizá-lo por obrigação, pois se tornando chato e perde seu real sentido.
Pensando por esse lado, as possibilidades do que fazer aumentam. Ações simples como: não desperdiçar comida; separar o lixo; doar objetos que não têm mais utilidade, mas que para outros podem ter; contribuem para um mundo melhor. Acredito, entretanto, que mais do que isso, ser generoso, aprender a dividir, ser menos ganancioso, menos individualista, ser mais simpático com as pessoas, ser humilde, saber ouvir, dar mais atenção a quem está ao seu lado e respeitar o próximo é uma tentativa de ver de outra forma a realidade e quem sabe, a partir daí, transformá-la.
- Joana Lamounier
Nenhum comentário:
Postar um comentário